As sombras do meu passado me rodeiam
Me sugam
Me procuram
Eu resisto
Insisto em algo incerto
O mais certo é que as sombras não invadem a luz
Penso
O mais certo é que sombras não dançam
Elas assombram
E eu quero dançar...
terça-feira, 22 de novembro de 2016
domingo, 13 de novembro de 2016
Como ser Radical sem ser radical, oremos
Eu sou feminista.
Jura? Se eu não contasse nesse blog isso, ninguém nem ia saber.
Enfim,
Eu tive uma pequena decepção com o feminismo classicista e pensei em mudar de vertente. Até aí ok.
Fui par o feminismo radical ( fiquei lá por 2 horas), vou explicar esse passeio maravilhoso:
Estava eu jogada e feliz no feminismo classicista, ensinando até os bóis a ser menos machista (parte que eu acho meio escrota, admito) quando o negócio extrapolou e dei uma basta e pensei "vou ser mais radical".
E como ser mais radica?
Ah, Fernanda, vai para a vertente radical, se joga!
Aí fui pesquisar, li e reli sobre e aí chegou na parte das Trans.
E aí desisti da vertente radical, pelas razões óbvias, como aceitar uma vertente que não se importa como alguém se sente?
Se uma pessoa nasce com um determinado sexo e de alguma forma ela não se sente bem com esse sexo e se sente bem com outro, qual o problema?
Quem somos nós para julgar uma trans?
Tentei entender esse conceito e ouvi coisas de algumas radicais, coisas do tipo "ah, esse papo de ser a favor de trans na internet é só sobre querer ganhar estrelinha na internet".
Conclusão, não nasci para agradar macho nem ensinar o gato a me ver como um ser humano (olha minha cara de professora Helena, de Carrossel) mas também não estou nesse mundo para esculhambar trans á toa porque um dia elas já foram homens, odiar alguém só por ela não se encaixar nos padrões que você, jovem, radical, idealizou, não está certo também, não está legal.
Jura? Se eu não contasse nesse blog isso, ninguém nem ia saber.
Enfim,
Eu tive uma pequena decepção com o feminismo classicista e pensei em mudar de vertente. Até aí ok.
Fui par o feminismo radical ( fiquei lá por 2 horas), vou explicar esse passeio maravilhoso:
Estava eu jogada e feliz no feminismo classicista, ensinando até os bóis a ser menos machista (parte que eu acho meio escrota, admito) quando o negócio extrapolou e dei uma basta e pensei "vou ser mais radical".
E como ser mais radica?
Ah, Fernanda, vai para a vertente radical, se joga!
Aí fui pesquisar, li e reli sobre e aí chegou na parte das Trans.
E aí desisti da vertente radical, pelas razões óbvias, como aceitar uma vertente que não se importa como alguém se sente?
Se uma pessoa nasce com um determinado sexo e de alguma forma ela não se sente bem com esse sexo e se sente bem com outro, qual o problema?
Quem somos nós para julgar uma trans?
Tentei entender esse conceito e ouvi coisas de algumas radicais, coisas do tipo "ah, esse papo de ser a favor de trans na internet é só sobre querer ganhar estrelinha na internet".
Conclusão, não nasci para agradar macho nem ensinar o gato a me ver como um ser humano (olha minha cara de professora Helena, de Carrossel) mas também não estou nesse mundo para esculhambar trans á toa porque um dia elas já foram homens, odiar alguém só por ela não se encaixar nos padrões que você, jovem, radical, idealizou, não está certo também, não está legal.
Er...
Eu começarei dizendo que sou indisciplinada, sim.
Tecnicamente era para eu postar bastante, porém, o de sempre ocorreu...
Hoje vim falar de assuntos polêmicos,mamilos .
Tecnicamente são.
Não os meus.
Hein?
Ok.
Vamos lá.
Eu como sou muito egocêntrica sempre que entro aqui vejo quantas visualizações teve e da aonde vem tais visualizações. E aí rolou um choque básico quando notei que Brasil e França tem um recorde interessante de visualizações nesse site.
Até aí, ok.
Mon Amour, françoá, pode vir ver minha besteiras ecumênicas que escrevo.
Ai adentrei aos sites que davam acesso a esse site.
Eram uns pornozão.
Queria agradecer a quem fez isso, te desejo o mesmo inclusive, palhaço!
Tecnicamente era para eu postar bastante, porém, o de sempre ocorreu...
Hoje vim falar de assuntos polêmicos,
Tecnicamente são.
Não os meus.
Hein?
Ok.
Vamos lá.
Eu como sou muito egocêntrica sempre que entro aqui vejo quantas visualizações teve e da aonde vem tais visualizações. E aí rolou um choque básico quando notei que Brasil e França tem um recorde interessante de visualizações nesse site.
Até aí, ok.
Mon Amour, françoá, pode vir ver minha besteiras ecumênicas que escrevo.
Ai adentrei aos sites que davam acesso a esse site.
Eram uns pornozão.
Queria agradecer a quem fez isso, te desejo o mesmo inclusive, palhaço!
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