No fundo ela sempre esteve ali, esperando uma decepção, uma pontinha de tristeza.
Ela adora me deixar na escuridão, sozinha. Me joga na cara que sou uma tartaruga é a casa dela sou eu, o seu maior refúgio e que devo permanecer sozinha.
Ela me faz gritar todas as noites e faz parecer que nada está bom.
É como uma faísca prestes a começar um incêndio.
É um pulso e um objeto cortante.
É um comprimido e uma overdose.
É tudo. Todas as dores.
É nada. Os gostos dos desamores.
É um monte de sal na ferida
Do coração ela é a última batida.
Ela não entra, rasteja
Chega até a minha cama e me beija.
Rude, ela joga na cara meus defeitos
E eu tenho medo.
E lá vem ela novamente...
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