Quando notei uma coisa:
Eu vi isso em um texto há algum tempo, não me recordo o nome e não me recordo quem é o autor, parece que aquilo foi posto a mesa para eu ler, coisa linda, coisa de alma boa.
Era mais ou menos assim que falava o texto:
Nem sempre as energias que achamos que as pessoas nos passam são delas, ás vezes a energia é nossa que transborda tanto que emite no outro.
E foi isso que aconteceu na minha ultima quase relação, eu achava que ele era um ser iluminado, bom, altruísta, divertido e sério.
Mas na realidade, eu era tudo isso, eu era iluminada, eu era boa, eu era altruísta, eu era divertida e eu era séria, e depois dessas constatações, eu percebi que eu não estava amando a ele, eu estava amando a mim, porque eu sou assim,
Ás vezes a gente só precisa de uma luz para saber que aquilo que a gente jurava que jamais ia viver sem, é na verdade, ilusório.
Hoje eu olho fotos dessa mesma pessoa e sinto calafrios, quão escura está sua alma, sera que sempre foi assim?
Há algo de vago e perdido no olhar, não parece aquele que conheci, eu admito hoje, que talvez eu não o tenha o conhecido e as qualidades foram frutos da minha imaginação.
Obrigada aos meus guardiões de luz por sempre me mostrarem o caminho, e com certeza o caminho não é tao escuro quanto os olhos e alma daquele que eu achei que amei.

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