Eu sou feminista.
Jura? Se eu não contasse nesse blog isso, ninguém nem ia saber.
Enfim,
Eu tive uma pequena decepção com o feminismo classicista e pensei em mudar de vertente. Até aí ok.
Fui par o feminismo radical ( fiquei lá por 2 horas), vou explicar esse passeio maravilhoso:
Estava eu jogada e feliz no feminismo classicista, ensinando até os bóis a ser menos machista (parte que eu acho meio escrota, admito) quando o negócio extrapolou e dei uma basta e pensei "vou ser mais radical".
E como ser mais radica?
Ah, Fernanda, vai para a vertente radical, se joga!
Aí fui pesquisar, li e reli sobre e aí chegou na parte das Trans.
E aí desisti da vertente radical, pelas razões óbvias, como aceitar uma vertente que não se importa como alguém se sente?
Se uma pessoa nasce com um determinado sexo e de alguma forma ela não se sente bem com esse sexo e se sente bem com outro, qual o problema?
Quem somos nós para julgar uma trans?
Tentei entender esse conceito e ouvi coisas de algumas radicais, coisas do tipo "ah, esse papo de ser a favor de trans na internet é só sobre querer ganhar estrelinha na internet".
Conclusão, não nasci para agradar macho nem ensinar o gato a me ver como um ser humano (olha minha cara de professora Helena, de Carrossel) mas também não estou nesse mundo para esculhambar trans á toa porque um dia elas já foram homens, odiar alguém só por ela não se encaixar nos padrões que você, jovem, radical, idealizou, não está certo também, não está legal.
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